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Dica do Nosso Curso de Inglês em Bangu: Menos Perfeição, Mais Fluência Imediata

  • Foto do escritor: InFluence Bangu
    InFluence Bangu
  • 15 de jun.
  • 3 min de leitura

Quanto mais você se permitir errar, mais rápido a fluência - e a própria correção vem


Dica do Nosso Curso de Inglês em Bangu: Menos Perfeição, Mais Fluência Imediata

Este texto vai falar muito mais sobre nossa experiência como um curso de inglês em Bangu do que tendo por base teorias, escolas metodológicas etc.


Quem estuda com a gente, quem já fez uma aula demonstrativa conosco sabe que a InFluence Bangu, de forma geral, se guia pelo Communicative Approach - ou seja, a própria comunicação, experiência de vida e o cotidiano do aluno, que faz sentido na vida real do aluno, vira o gancho para aprender o que mais lhe interessa no inglês - e a estrutura se adequa a isso.


Mas definir a abordagem comunicativa deixa de fora talvez a questão mais importante para um aluno de inglês: a correlação entre a busca pela correção total no idioma e o início da fluência.


Quantas vezes você já se pegou "montando a frase na cabeça pra passar para o inglês?" Muitas, certo? Então. Isso é um dos sintomas clássicos de busca pela correção, pela estrutura certa antes da mensagem. O natural é o contrário.


Pense em um bebê de dois anos. Ele se comunica, certo? Parece que ele está "montando" algo na cabeça antes de falar, ou as palavras saem às vezes na ordem, às vezes faltando algumas, às vezes certo... mas sempre... saem da boca?


Há uma razão: a criança precisa sobreviver, não pensar em falar certo. Portanto, ela faz o que qualquer ser humano faria se não tivesse opção: fala palavras, ignora a ordem, tenta, erra, acerta. O objetivo é um só, bastante claro: transmitir a mensagem.


Agora pergunte-se: você, ao responder ou perguntar em inglês, mesmo já tendo determinado tempo de estudo, tá no modo "mensagem primeiro, estrutura depois", ou "montar bonitinho na minha cabeça e depois tentar começar pelo sujeito, ver se a pronúncia tá certa, traduzir a próxima palavra porque a que você pensou não transmite perfeitamente sua intenção"... pra depois falar?


Se a resposta é a segunda opção... você está sabotando o desenvolvimento da sua fluência.


Quer um exemplo prático? Se um aluno está rolando o feed do instagram, e o professor te pergunta "What's he doing?" (o que ele está fazendo?)... Você pode não saber dizer "he is scrolling the instagram feed".


O que acontece? É perfeitamente possível você dizer... sei em português, mas não sei em inglês. Ou... não sei montar a frase.


Mas e se... você diminuísse a perfeição do que quer dizer? Será que não conseguiria dizer... "He is using the phone..."? Percebeu o exemplo?


Qual das alternativas comunica melhor a mensagem para quem está vendo de fora? O absoluto silêncio, ou "ele está usando o celular", que para qualquer efeito prático, transmite a mesma mensagem de "ele está passando pelo feed do instagram"?


Você pode pensar que se sua mensagem não transmitiu exatamente o que você queria dizer você está "trapaceando" ou "deixando de aprender"? Não. Você simplesmente está fazendo o que um idioma faz: ser um instrumento de comunicação. Não ser um instrumento perfeito.


Além de tudo, aqui vai uma garantia do nosso curso de inglês em Bangu. Se o professor traduzisse para o inglês a frase que você queria... isso duraria... três minutos no seu cérebro.


Já a frase que você mesmo falou, não. Ela vai ficar com você.


Assim como a resposta do outro, que possivelmente envolva exatamente as palavras que você tinha esquecido como dizer. As chances de, pelo contexto, essas ficarem com você são maiores.

 
 
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